Lucélio Garcia - contar histórias, poesias, etc...


06 de Maio


Medalha Personalidade 2011

 

 

Recebimento da Medalha Personalidade 2011

Evento promovido pela ARTPOP (Academia de Artes de Cabo Frio), ocorrido na cidade de Cabo Frio/RJ (maio/2012).

Medalha concedida aos artistas que se destacaram em segmentos diversos  (literatura, artes plásticas, música, etc).

Escrito por Lucélio Garcia às 10h58 PM
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05 de Maio


XIII SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS


XIII SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS ELISABETH KINGA
ABD (Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais) MARLY BARBARA E MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES.
TEMA LIVRE e TEMA EXÉRCITO
Salão a realizar-se no novo Espaço Cultural do Museu Militar Conde de Linhares
Av. Pedro II , 383 - São Cristóvão.
Haverá visitações guiadas durante os dias de visitação da Exposição
PINTURA – DESENHO – ESCULTURA – PINTURA CONTEMPORÂNEA – CRIATIVIDADE – AQUARELA – NAIF – GRAVURA – ARTE DO FOGO – VIDRO – PORCELANA – CERÂMICA – ARTE DECORATIVA – ARTE DIGITAL – PASTEL – MOSAICO – FOTOGRAFIA
CATEGORIAS: A – Profissional B – Iniciante C – Até 12 anos
JÚRI OFICIAL E DO MUSEU MILITAR
Esculturas, porcelanas e cerâmicas pequenas e médias – 3 peças.
VISITAÇÃO De 9 a 24 de maio de 2012, somente dias úteis, das 14h. às 16:30.

OBS: Estarei presente na exposição com uma tela a óleo.

Escrito por Lucélio Garcia às 11h48 AM
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25 de Abril


Floresta colorida

 

                            Óleo sobre tela - 50 x 70   Floresta colorida

Escrito por Lucélio Garcia às 11h53 AM
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18 de Abril


Pintura a óleo - Tela 30x40

 

Escrito por Lucélio Garcia às 06h20 PM
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12 de Abril


 

 

Escrito por Lucélio Garcia às 08h34 AM
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04 de Abril


Lua escondida

 

 

O mar

 

Quanto mistério ele pode esconder,

Em suas profundezas...

A imensidão de suas águas guarda segredos inimagináveis,

Coisas de amor e de paixão,

Fatos do passado que ficaram escondidos,

Beijos, abraços e amores bandidos.

Desejos desesperados, mortes, vidas.

No sobe e desce das marés,

Sua companheira inseparável jamais o deixa sozinho na escuridão.

A lua sempre o acompanha, para cima e para baixo,

E os namorados desenham seus sonhos com exatidão.

Desejos desesperados, mortes, vidas.

Do lado de lá, ele assiste a tudo de forma silenciosa,

Cantando sua música, empurrando o vento vagarosamente,

Acalmando as pessoas que dormem em seu dorso,

Colorindo a natureza de maneira deliciosa.

Um dia, espero tê-lo em minhas mãos,

E ouvir sua música intermitente balançar meu coração.

Escrito por Lucélio Garcia às 09h58 PM
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23 de Fevereiro


Falando do tempo...

 

                                                                              Sobre o tempo

 

Vivemos em média cerca de 70 anos, e desde que o ser humano passou a habitar a terra, e lá se vão milhares de anos, ninguém sabe ao certo, a história sempre se repete. Tanto faz que o homem seja o da caverna ou aquele que habita os países mais avançados do globo.

Ainda não sabemos o que viemos fazer aqui, tampouco sabemos por que vivemos ou porque fomos os escolhidos para habitar o corpo em que aprendemos a reconhecer no espelho, a fazer a barba, a usar maquiage, a se vestir para uma festa, etc.

Passamos na terra por uns míseros 60, 70, 80 anos, morremos, deixamos alguma história ou não, e posteriormente somos enterrados.  Lembranças são construídas através dos tempos, alguns nascem com deficiências múltiplas, outros perfeitos, contudo, todos nós temos o mesmo fim.

Não lhe parece que isso é tão simples assim? Se prestarmos bem atenção, nosso ciclo de vida é semelhante ao de um frango (que atualmente nos grandes centros urbanos vive em média aproximada de 30 a 45 dias, já que logo após isso é abatido para suprir a nossa fome). Felizmente não somos abatidos como o frango, mas sabemos que eles vivem pouco  tempo, no máximo são 7 anos de vida.

 Se quisermos fazer outra comparação, tomemos como exemplo a borboleta, que em alguns casos pode viver até 02 dias, outras vivem um pouco mais, chegando a viver por até 2 semanas e algumas espécies raras chegam a viver por 1 mês ou pouco mais, enfim, o que quero dizer é que tudo parece injusto, mas cercado de justiça.

No lugar onde estamos ou passamos, ou vivemos  atualmente, com certeza outro ser humano já esteve presente fisicamente com outros pensamentos e preocupações.

Quero dizer que tudo deve ter um motivo. Podemos passar a questionar porque o ser humano se esforça tanto para estudar, se formar, fazer mestrado ou doutorado, para logo ir embora e não deixar sequer um rastro que o identifique. O que resta depois disso são apenas algumas fotografias ou bens materiais que logo serão utilizados por outros seres humanos.

A leitura que direciono é relativa a algo ligado ao mundo espiritual, cuja razão ainda não se sabe, e quando surge alguém com um pouco mais de  mediunidade para mostrar a estrada, todos agem de forma absorta. Dificilmente será constatada a genialidade ou loucura do ser que pode estar à frente dos outros nessa área de conhecimento ou especialidade.

O tempo é estático, ele não anda, nós é que passamos por ele e nunca percebemos. Seres iluminados como Einsten, Freud, Victor Hugo, Nietzsche, Yung, Shopenhauer e outros gênios, já visualizaram esse tema com muito mais perfeição, porém, todos morreram, mas assim mesmo conseguiram deixar seu legado.

Creio que quando fomos feitos (lá dentro do nosso mais longínquo infinito), instalaram uma célula para que não pudéssemos saber mais do que fosse permitido.

Enfim, falar sobre esse assunto demanda tempo, conhecimento, reflexões, estudo e paixão, dentre outros.

Baseado nisso  segue abaixo uma poesia que me foi inspirada através de uma música de Caetano Veloso.

Obs: Se quiser ler a poesia, sugiro que a leia escutando a música de Caetano nesse link: http://youtu.be/PhSpjxxC31E

Sem saber do tempo

 

Vou tentar fazer uma poesia

invocando o espírito do tempo.

Cada um pode criar seu tempo,

e pode ser que tenha feito algo.

Vc é muito curioso...

 

O tempo não tem tempo.

 

Estou procurando acertar,

e já é um bom começo.

É como se fosse uma oração ao tempo...

Será possível um dia ver você no meu tempo?

Que tambor você toca? Posso ver seu instrumento?

 

O tempo não tem tempo.

 

Poeira jogada ao vento,

traz pensamentos e agonias..

Traz a gloria aleluia, aleluia...

Não existe o que chamamos tempo,

nós passamos e parado ele fica.

 

Todo mundo nasce e prá viver leva tempo,

mas que tempo é esse que nunca finda?

Mais parece o infinito que não anda,

sempre parado como a moça linda.

 

Da história você sabe e entende,

mas da vida e da morte o que nos resta

é o zumbido,

ou será que já terei morrido?

 

Essa poesia foi inspirada na música de Caetano - Oração ao tempo                                                                       

Escrito por Lucélio Garcia às 10h35 AM
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18 de Fevereiro


Os nossos arquétipos...

 

 

 

 

Arquétipos

 Lá nas profundezas do nosso ser mais íntimo e dentro de uma caixa de sonhos inimagináveis, todos nós guardamos inúmeros personagens bons e seres medonhos. É exatamente desse lugar que retiramos toda a força e coragem para abastecer  a vontade de continuar andando e lutando pela vida e por tudo aquilo em que acreditamos, porém, nesse mesmo lugar encontramos também  nossos maiores rivais, medos e loucuras.

Nos confins do pensamento e do eu mais recôndito, somos heróis, vilões, príncipes, palhaços, covardes e cruéis assassinos. Sim, tudo isso está dentro de nós...

Você não acredita? Olhe em sua volta e procure descobrir a essência do outro nas dificuldades da vida ou nos momentos de maior prazer.

O homem nasce, estuda e desvenda mistérios infindáveis em todos os ramos da personalidade e do conhecimento, mas o cérebro ainda é a caixa de ressonância mais misteriosa e espetacular, já produzida...

No inconsciente coletivo de todas as gerações podemos encontrar todos esses personagens que parecem permanecer de forma imutável e constante. Esses personagens variados que carregamos ao longo de milhões de anos receberam o nome de arquétipos, ou tipos arcaicos.

Designados assim por Carl Gustav Jung, arquétipo é um tema tão vasto e imenso, e profundamente discutido por diversos estudiosos no assunto.  Ele explica que "no concernente aos conteúdos do inconsciente coletivo, estamos tratando de tipos arcaicos, ou melhor, primordiais, isto é, de imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos”.

“Ao transportar e descrever esses tipos arcaicos, Christopher Vogler, em seu livro – A jornada do escritor”, citando C. G. Jung, afirma:

Jung empregou esse termo arquétipos para designar antigos padrões de personalidade que são uma herança compartilhada por toda a raça humana... os arquétipos são impressionantemente constantes através dos  tempos e das mais variadas culturas, nos sonhos e nas personalidades dos indivíduos”.

Tudo isso se reflete diariamente em todos os indivíduos de diferentes raças, contudo, longe de ser psiquiatra ou algo parecido, C. Vogler procurou captar e gerenciar os principais modelos para transforma-los em roteiros com estruturas míticas e figuras teatrais e cinematográficas.

Desta forma, torna-se necessário questionar a todos nós que por ora vivemos o agora, a ponto de duvidarmos até da própria existência, perguntando:

Estamos vivos por que somos arquétipos ou somos arquétipos por que estamos vivos?

Mentores, vilões ou arautos, todas essas figuras nos habitam frequentemente, cabendo às circunstancias do momento liberar o herói que sempre existe dentro de nós...

Obs:

Carl Gustav Jung – psiquiatra e psicanalista suíço, fundador da escola analítica de psicologia;

Christopher Vogler – Roteirista americano e autor do livro – A jornada do escritor.

Escrito por Lucélio Garcia às 04h00 PM
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15 de Fevereiro


Nunca temos tempo

 

 

 

Sem tempo

 

Vida curta,

 vida longa,

braços abertos contra o vento.

Noite fria,

 dia quente,

sorriso aberto diferente.

Mãos carentes de afago,

pernas fortes a cada passo.

No horizonte a gaivota,

que bota o broto no seu ninho.

O balançar da copa arbórea na floresta negra

 que reluz nas manhãs de sol.

Tudo faz lembrar o espaço e o passo lento

de uma vida que não viu o passar do seu tempo...

Escrito por Lucélio Garcia às 08h46 AM
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10 de Fevereiro


Dança para duas pessoas...

 

 

 

Pas de deux


Me sinto voando toda noite,
Com braços abertos e pernas arqueadas.
Não tenho sono e só vivo acordada,
Meu travesseiro é um açoite.

Mesmo cansada resolvo não parar,
Pois os outros sempre querem me ver,
Sou movida a desafios com parceiro forte.

Não tenho medo de envelhecer,
E não fujo da morte,
Que um dia chegará para mim.

Mas isso não será o fim,
Só me entristece saber que posso adoecer,
E não dançar mais o pas de deux.

No fim de tudo,
Vou para o espaço enternecer minha alma,
E por trás das cortinas de veludo,
Só um raio de luz me acalma.

Escrito por Lucélio Garcia às 03h15 PM
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Poesia dedicada ao ano da França no Brasil - 2009

 

                                                        


Languedoc Roussillon


 Quando menino, eu era chamado carinhosamente pela professora,  de Jean Pierre, sim, isso mesmo. Usava uma boina preta, daquelas que os partisans utilizavam na resistência, na 2º Guerra Mundial.
 Alguns anos depois, estudei num colégio chamado Charles de Gaulle e passei boa parte do meu tempo admirando aquele herói francês e imaginando como seria a França sem ele.
Não conseguia entender o que eu tinha a ver com aquele país, mas agora tenho a nítida impressão de estar ligado à sua história, motivado também pelo fato de ser este, o ano da França no Brasil. Amante que sou de um bom vinho e com a esperança de estar me casando em breve, sonho em passar a lua de mel, num bom hotel saboreando um magnifique vinho francês do sud de France.
Por ser o mais vasto e antigo do mundo, o vinhedo da região de Languedoc-Roussillon, cultivado que foi pelos gregos e desenvolvido pelos romanos, tornou-se uma referência na composição e qualidade dos seus tintos, roses e brancos, tendo como pano de fundo a moderna cozinha francesa e sua história e cultura.
Espero realizar meu sonho e dele acordar, no interior de um belíssimo hotel da região, saboreando um tinto da casta AOC CABARDÈS (Merlot ou Cabernet-Sauvignon) admirando o belo anfiteatro e a paisagem da Montanha Negra e desfrutar do prazer e art de vivre.

Escrito por Lucélio Garcia às 03h03 PM
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06 de Fevereiro


Nelson Rodrigues, um dos maiores autores brasileiros

 

 


Em 1912 em Recife (Pernambuco), nasce um dos maiores e polêmicos escritores do Brasil, Nelson Rodrigues.  Em 1916  muda-se para a cidade do Rio de Janeiro. Quando maior, trabalhou no jornal A Manhã, de propriedade de seu pai (Mário Rodrigues).  Foi repórter policial durante longos anos, de onde acumulou uma vasta experiência para escrever suas peças a respeito da sociedade. Sua primeira peça foi A Mulher sem Pecado, que lhe deu os primeiros sinais de prestígio dentro do cenário teatral. O sucesso mesmo veio com Vestido de Noiva, que trazia em matéria de teatro, uma renovação nunca vista em nossos palcos. A consagração se seguiria com vários outros sucessos, transformando-o no grande representante da literatura teatral do seu tempo, apesar de suas peças serem taxadas muitas vezes como obscenas e imorais. Em 1962, começou a escrever crônicas esportivas, deixando transparecer toda a sua paixão por futebol. Veio a falecer em 1980, no Rio de Janeiro. Deixou inúmeras frases de efeito, que são lembradas até hoje, quem sabe, para sempre...

Escrito por Lucélio Garcia às 06h47 PM
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07 de Janeiro


Às vezes parece que temos duas vidas...

 

 

                       

  

Duas vidas

 

Se tivesse duas vidas

usaria uma delas para sobreviver

e a outra só para ver você.

 

Se tivesse duas vidas

emprestaria uma ao amanhecer

e a outra ao anoitecer.

 

Se tivesse duas vidas

sonharia sempre acordado

e dormiria com o sonho sonhado.

 

Se tivesse duas vidas

esqueceria do pecado

que foi conhecer você...

Escrito por Lucélio Garcia às 09h49 AM
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09 de Dezembro


Gafieira é assim mesmo...

 

 

Gafieira

 

É um sentimento,

um lamento chorão,

 mas alegre, brincalhão.

 

Parece de momento,

mas é pura invenção....criação.

 

A dança é de cadeira, sem eira, sem beira,

é gafieira.

 

A morena bonita com seu corpo de verão,

feito violão, deixa o velho sentado....

louco de paixão.

 

E o barman, com cara de caveira logo diz...

É gafieira....

Escrito por Lucélio Garcia às 09h43 AM
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17 de Novembro


Projeto Delicatta - VI

 

            

                                       

Projeto Delicatta - VI

Lançamento dos Livros de Poesias, Contos e Crônicas

Local: Itaú Cultural & Livraria Saraiva / Shopping Center Norte - SP (Nov/2011)

Editora: Delicatta

Escrito por Lucélio Garcia às 09h17 AM
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