
Relaxe
Pessoas andando,
Para frente com algo na cabeça,
Sentindo o inusitado.
Na esquina, luzes brilhantes
Indicam valores emocionais
Calcados na música que sai de corpos ardentes.
É o vício ambulante que predomina nas multidões
E que não termina quando a noite passa.
Quando se entra na magia
O elo não desliga.
Liga.
O sentido perde efeito
E nos leva a balançar como
Árvores na ventania.
Não tem mais jeito,
Saí daqui e passei para o outro lado.
De dia me escondo na escuridão
Só pensando em ver a noite chegar
E por isso me agarro na sombra do meu corpo
Pois ela é quem me afaga e protege
Do sol que me deixa morto.













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